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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

STF abre ação contra Jaqueline Roriz por suposta falsificação


Em 2006, ela foi acusada de entregar documento falso à Justiça trabalhista.
Advogado nega que deputada tenha assinado papel e atribui falha a empresa.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello abriu na última sexta-feira (21) ação penal contra a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), acusada de apresentar documento falso à Vara da Justiça do Trabalho de Luziânia (GO) em processo de rescisão de contrato de operários que trabalhavam numa obra na fazenda da família Roriz.
A denúncia de falsidade ideológica foi feita pelo Ministério Público e foi recebida em dezembro de 2006 pelo Juízo Criminal da Comarca de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás. Na época, Jaqueline foi eleita deputada distrital e, por isso, o processo tramitava no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A defesa alega que a deputada é inocente e não tinha conhecimento do processo de rescisão contratual dos trabalhadores da fazenda, que pertence a seu pai, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz.

  "Ela não assinou nenhum documento, não participou de audiência, tinha uma empresa contratada para fazer a rescisão. A deputada tinha acabado de chegar dos Estados Unidos e tudo isso está documentado nos autos. Imagina se ela ia estar preocupada com uma obra na fazenda do pai?", disse o advogado da deputada, Cleber Lopes.
Na decisão, o ministro Marco Aurélio reafirmou a validade da aceitação da denúncia, mesmo tendo sido feita antes de Jaqueline Roriz assumir o cargo de deputada federal. "Desse modo, trata-se, em vez de inquérito, de ação penal", disse o ministro.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Supremo decide investigar deputado acusado de desviar salário de funcionários

Hudekazu Takayama (PSC-PR) pode pegar de dois a 12 anos de prisão
O deputado federal Hudekazu Takayama (PSC-PR) responderá a ação penal por peculato no STF (Supremo Tribunal Federal).

A Corte decidiu, nesta quinta-feira (22), investigar sua participação no desvio do salário de 12 pessoas contratadas para trabalhar na Assembleia Legislativa do Paraná quando ele era deputado estadual, entre 1999 e 2003. Takayama ocupa atualmente uma vaga na Câmara dos Deputados e está em seu terceiro mandato.

Peculato é o crime cometido por funcionário público que usa dinheiro ou bem público em proveito particular. Caso condenado, o deputado pode pegar de dois a 12 anos de prisão, além de pagar multa.

STJ aceita denúncia contra ex-governador de RR por desvios


STJ aceita denúncia contra ex-governador de RR por desviosCampos negou acusações e alegou 'perseguição política' atribuída a um juiz.Ele vai responder a processo por peculato e estelionato.

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) aceitou nesta quarta-feira (21) denúncia contra o ex-governador de Roraima, Neudo Campos, acusado de ser o mentor de um esquema de desvio de dinheiro público quando ocupava o cargo. O caso veio à tona em 2003 após deflagrada a operação Praga do Egito, da Polícia Federal .
De acordo com o Ministério Público Federal, o prejuízo aos cofres público com o chamado “escândalo do gafanhoto” pode ter chegado a R$ 70 milhões por meio da inclusão de 6 mil funcionários fantasmas na folha de pagamento do Estado, entre 1982 e 2002.

  Ao G1 o ex-governador negou as acusações e disse que fará sua defesa no momento adequado. Campos manteve a versão dada anteriormente, de que as denúncias seriam resultado de “perseguição política” atribuída a um juiz do estado.
“O fato de ser [a denúncia] ser recebida pelo STJ significa que agora eu terei um tribunal justo para avaliar meu caso”, disse Neudo Campos.
No STJ, o ex-governador vai responder por peculato (se apropriar de dinheiro ou vantagem em razão da função que ocupa) e estelionato. A lei prevê pena de 2 a 12 anos de prisão para o crime de peculato e de 1 a 5 anos para os casos de estelionato, além de multa.
No julgamento, os ministros também decidiram por unanimidade afastar do cargo o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Roraima, Marcus Rafael Hollanda Farias. O caso, que tem como relator o ministro Teori Zavascki, está em sigilo no STJ.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Prefeita e marido são presos sob suspeita de matar vereador em AL


 A prefeita de Anadia (98 km de Maceió), Sânia Tereza Palmeira Barros (PT), foi presa na manhã desta segunda-feira sob suspeita de ser mandante do assassinato do vereador Luiz Ferreira de Souza (PPS). A prisão temporária, autorizada pela Justiça, tem validade de 30 dias.

Também foram presos o marido dela, Alessander Ferreira Leal, e o policial militar Claudio Magalhães da Silva, primo da prefeita e suspeito de ser o executor do crime. A motivação do assassinato é mantida sob sigilo, segundo a polícia.

sábado, 27 de agosto de 2011

Danilo Dâmaso é acusado de desviar R$ 17 milhões no Pará


O ex-prefeito de Marechal Deodoro, Danilo Dâmaso, foi preso nesta quarta-feira, em Macerió. Ele é acusado de liderar, junto com um filho, uma quadrilha que desviou R$ 17 milhões do município Vitória do Xingu (PA). A revelação é do superintendente da Polícia Federal (PF) em Alagoas, Amaro Vieira, que concedeu entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (24) e apresentou detalhes da Operação Pandilha.
Para desviar os recursos, o superintendente da PF informou que Danilo Dâmaso teria utilizado dinheiro da prefeitura de Marechal Deodoro, em Alagoas, para criar empresas laranjas e fantasmas no Pará. A partir daí, Danilo entrava em acordo com seu filho, Liberalino Ribeiro de Almeida Neto, que é o atual prefeito de Vitória do Xingu, e as empresas criadas por ele acabavam vencendo processos licitatórios fraudulentos. Liberalino também foi preso pela PF, no Pará.

Danilo Dâmaso e filho são acusados de formação de quadrilha, estelionato e lavagem de dinheiro


Durante uma entrevista coletiva o superintendente da Polícia Federal em Alagoas (PF/AL), Amaro Vieira falou sobre as prisões da Operação Pandilha, que aconteceu nesta quarta-feira (24) e que prendeu o ex-prefeito do município alagoano de Marechal Deodoro, Danilo Dâmaso e seu filho, Liberalino Ribeiro de Almeida Neto, prefeito da cidade de Vitória do Xingú, localizada na região de Altamira, no Estado do Pará. As prisões foram determinadas pela Justiça.
Os dois são acusados de formação de quadrilha, falsidade ideológica, estelionato, peculato e lavagem de dinheiro.
A operação registrada de forma simultânea em Alagoas e no Pará, foi concluída com as prisões de oito pessoas. Segundo o delegado Amaro Vieira, as investigações indicam que cerca de R$ 17 milhões de reais destinados para a prefeitura de Marechal Deodoro foram desviados e usados em lavagem de dinheiro, na cidade de Vitória do Xingú.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Psol e PPS incluem nova denúncia em processo contra Valdemar Costa Neto


 O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) vai protocolar nesta terça-feira (2) pedido para que a Procuradoria-Geral da República investigue o ministro Paulo Passos (Transportes) por suspeita de peculato e corrupção passiva, mediante fraude.
Valente vai entregar documentos que comprovariam a relação do Ministério dos Transportes com um esquema ilegal de cobrança de recursos de comerciantes da Feira da Madrugada, em São Paulo.
Conforme revelou a Folha há dez dias, o vereador Agnaldo Timóteo (PR) mandou carta em papel timbrado da Câmara Municipal de São Paulo a um antigo aliado em que menciona cobrança de propina por 'oportunistas' de seu partido e cita o deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP).
Na carta, Timóteo se explica por ter demitido de seu gabinete a filha de Geraldo de Souza Amorim, a quem diz ter 'levado' a reuniões com o prefeito Gilberto Kassab e o ex-ministro Alfredo Nascimento (Transportes), do PR.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Supremo aceita denúncia contra senador Mão Santa

Deputado Silas Câmara (PSC-AM) também teve denúncia aceita pelo STF.
O G1 procurou as assessorias dos dois parlamentares e aguarda retorno.

O Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta quinta-feira (2) denúncia contra o ex-governador do Piauí, senador Mão Santa (PSC-PI), por crime de peculato, quando um funcionário público usa a função para desviar recursos em benefício dele e de terceiros. Os ministros também acataram denúncia contra o deputado federal Silas Câmara (PSC-AM). Ele é acusado de montar um esquema para desviar dinheiro do pagamento de salários de assessores do próprio gabinete. O G1 entrou em contato com as assessorias do senador e do deputado e aguarda retorno.

O senador Francisco de Assis de Moraes Souza e ex-secretários de seu governo são acusados de contratar, em 1998, 913 supostos funcionários fantasmas na Secretaria de Administração do Piauí.
Segundo a denúncia, o objetivo era favorecer Mão Santa, então candidato à reeleição para o governo do Estado. As contratações teriam gerado prejuízo de R$ 758.317 aos cofres do governo estadual.
Por unanimidade, os ministros decidiram que Mão Santa passa a ser réu em ação penal. Ele pode ser condenado a uma pena que varia de 2 a 12 anos de prisão. O senador teve o mandato de governador cassado, em 2001, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por abuso de poder político e econômico.
A decisão havia sido adiada por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. No julgamento anterior, o relator do caso, ministro Ayres Britto, votou pela aceitação da denúncia. Segundo Britto, o caso revela “crassa improbidade administrativa”.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Esse candidato merece seu voto? 18

Larte Bessa (PSC-DF)

STF Inquérito Nº2661/2007 - Denunciado pelo Ministério Público por peculato.
TJ-DF Comarca de Brasília Processo Nº2005.01.1.009384-2 - É processado por improbidade administrativa em ação movida pelo Ministério Público. O parlamentar é apontado como envolvido em irreguaridades em concurso público para delegado da Polícia Civil do DF.



sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Transparência Brasil: Rôney Nemer (PMDB-DF) - 2 Processos localizados.

Rôney Nemer (PMDB-DF)


STJ Inquérito 650/2009 - O Ministério Público requer o início de investigações sobre crimes de formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, fraude a licitação, crime eleitoral e crime tributário. Ele é citado em diálogo entre o governador José Roberto Arruda e José Geraldo Maciel (chefe da Casa Civil), como um dos parlamentares que estariam recebendo pagamento mensal de propina em troca de apoio ao governo do DF. O diálogo consta da página 248dos apensos do inquérito (gravações realizadas com autorização da Justiça).
TC-DF Decisão Nº115/2008 - Foi multado em R$ 1.253,60 em decorrência de concessão de alvará sem a cobrança de taxa para alteração de uso de imóvel (art. 6º, Lei Complementar 294/00) quando era administrador regional de Samambaia.

Fonte: http://www.excelencias.org.br

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

TRE-ES barra registro de candidato ao Senado e mais dois

O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo José carlos Gratz (PSL) teve seu pedido de registro de candidatura ao Senado negado nesta quinta-feira (5) pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES). Além de Gratz, foram barrados o ex-deputado Gilson Gomes (PSDC) e o ex-prefeito Vasco Alves (PSB).
Por unanimidade, a corte capixaba entendeu que Gratz se encontra inelegível em virtude de uma decisão de 2002 que cassou o mandato do ex-parlamentar e declarou sua inelegibilidade por abuso de poder político na campanha daquele ano, pela realização de um asfaltamento considerado irregular no município de Vila Velha.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Transparência Brasil: Benedito Domingos (PP-DF) - 6 Processos localizados.

Benedito Domingos (PP-DF)


STJ Inquérito 650/2009 - O Ministério Público requer o início de investigações sobre crimes de formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, fraude a licitação, crime eleitoral e crime tributário. Em depoimento ao Ministério Público realizado em setembro de 2009, o então secretário de Relações Institucionais do Governo do Distrito Federal, Durval Barbosa, afirma que em 2006 o deputado aderiu à campanha do então candidato a governador José Roberto Arruda em troca de dinheiro. O deputado é citado pelo ex-secretário na página 23 do volume 1 do inquérito.
TJ-DF 6ª Vara de Fazenda Pública de Brasília Processo Nº2008.01.1.033988-6 - Condenado à perda da função pública, à suspensão dos direitos políticos por quatro anos e à proibição de contratar com o poder público por quatro anos. A ação por improbidade administrativa foi proposta pelo Ministério Público em virtude de supostas irregularidades na concessão de alvarás e licenciamentos para concessionárias de automóveis na Região Administrativa de Taguatinga.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Procuradoria pretende denunciar governador de Alagoas ao STJ

da Folha Online
A Procuradoria Geral da República pretende denunciar ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), entre outras autoridades, o governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB), por suposta prática dos crimes de corrupção e peculato, informa nesta segunda-feira reportagem de Andréa Michael, publicada pela Folha (íntegra somente para assinantes do UOL e do jornal).
A denúncia é resultado das investigações da Operação Navalha, da Polícia Federal, ocorrida em maio de 2007.
Segundo a reportagem, pesa contra o tucano a acusação de ter recebido R$ 150 mil por intermédio de Enéas Alencastro, representante do governo de Alagoas em Brasília. O dinheiro seria pagamento de propina de Zuleido Veras, dono da Gautama e apontado como chefe de um esquema de fraude em licitações.
A assessoria de imprensa do governador afirma que ele nunca recebeu dinheiro de Veras nem de nenhuma outra pessoa de forma irregular ou ilegal. A assessoria afirmou também que o governador está "muito tranqüilo".

Você concorda com a absolvição da Deputada Federal Jaqueline Roriz - PMN/DF, (que foi flagrada recebendo propina em 2006)

Você concorda com o Projeto de Lei 531/2011, de autoria do deputado Cristiano Araújo - PTB-DF, que propõe horários determinados para manifestações na Esplanada dos Ministérios?

Como você conheceu o @movFichaLimpa?

Qual critério tem mais peso ao escolher o candidato de sua preferência?

Mais uma polêmica envolvendo ministros. Estamos passando por uma onda de denuncismos, ou limpeza?

Você concorda com a reforma ministerial, e diminuição da quantidade de ministérios? Atualmente são 39 no total. EUA, Reino Unido, Rússia e México têm em média 20 ministérios.