Depois de a notícia da decisão da Justiça ter se espalhado, parlamentares acusados de envolvimento no esquema de cobrança de propina fogem do plenário e evitam a imprensa
A decisão pelo afastamento, quebra de sigilo fiscal e indisponibilidade de bens de vereadores da Câmara de Belo Horizonte suspeitos de cobrar propina para aprovar a construção do Boulevard Shopping provocou um efeito fantasma ontem na Casa. Parlamentares citados na ação judicial que registraram presença no painel eletrônico na sessão iniciada às 14h30 não estavam no plenário meia hora depois. Casos de Hugo Thomé (PMN) e Maria Lúcia Scarpelli (PCdoB).
Outro suspeito de envolvimento no esquema, Carlúcio Gonçalves (PR), ao perceber a aproximação do fotógrafo do Estado de Minas, dentro do plenário, sacou o telefone celular e saiu por uma porta lateral, fugindo dos repórteres. No gabinete, dois andares acima, a informação era de que o parlamentar não havia chegado.
Geraldo Félix (PMDB) permaneceu até o fim da sessão, por volta das 15h30, no plenário. Ao ser abordado por seguranças, a pedido de repórteres, informou que iria lanchar e que voltaria. Novo caso para investigação dos ghostbusters. Alberto Rodrigues (PV) também ficou até o fim da sessão e, igualmente, saiu por passagem lateral. Antes, mandou recado para os repórteres afirmando que não falaria com a imprensa por ter uma reunião. Provavelmente, noutro plano astral.
Pesquisar no blog do MFL
Mostrando postagens com marcador PMN. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PMN. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Vereadores acusados de propina são afastados do cargo pela Justiça de Minas
Dois parlamentares suspeitos de receber dinheiro para aprovar construção do Boulevard Shopping terão bens bloqueados. Sigilo fiscal será quebrado, assim como o de outros oito envolvidos
A Justiça determinou o afastamento do cargo e o bloqueio de bens dos vereadores de Belo Horizonte Hugo Thomé (PMN) e Carlos Lúcio Gonçalves (PR), o Carlúcio, pela prática de improbidade administrativa. Eles são acusados de intermediar as negociações para cobrança de propina para aprovar o Projeto de Lei 1.600/2008, que autorizava a ampliação da área de construção do Boulevard Shopping, na Região Leste da capital mineira, conforme revelou com exclusividade o Estado de Minas. O juiz da 3ª Vara da Fazenda Municipal, Alyrio Ramos, ainda decretou a quebra do sigilo fiscal deles e dos outros oito vereadores e ex-vereadores, denunciados no mesmo esquema pelo Ministério Público estadual.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Lobista acusa distritais de oferecerem dinheiro por acusações contra Agnelo
O ex-funcionário da indústria União Química Farmacêutica Daniel Tavares fez uma nova denúncia nesta terça-feira (8/11) em entrevista ao programa Balanço Geral da TV Record de Brasília. Segundo ele, as deputadas distritais Celina Leão e Eliana Pedrosa ofereceram R$ 400 mil além de uma mesada mensal pelo período de um ano para que acusasse Agnelo Queiroz de ter recebido propina do laboratório na época em que o governador do DF era diretor da Anvisa.
Durante entrevista também nesta terça, Agnelo Queiroz negou as acusações e disse que "tudo não passa de armação de seus adversários". "O que está acontecendo é uma armação. Estou sendo denunciado por um grupo, uma organização criminosa que governou Brasília e continua montando dossiês, pagando testemunhas. É isso que está acontecendo aqui. Não tem absolutamente nada a não ser armação criminosa. Isso eu tenho certeza que na Justiça, na realidade, nós iremos desmascarar", disse.
No vídeo divulgado no youtube, as deputadas negam a acusação de Daniel Tavares.
Denúncias
Anvisa
A deputada distrital Celina Leão (PMN) afirmou que o lobista Daniel Tavares denunciou ter pago propina ao governador Agnelo Queiroz (PT) no valor de R$ 50 mil em troca de uma interferência em favor da empresa União Química na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Desse montante, R$ 5 mil teriam sido repassados em dinheiro na conta corrente de Agnelo, por meio de transferência eletrônica.
Durante entrevista também nesta terça, Agnelo Queiroz negou as acusações e disse que "tudo não passa de armação de seus adversários". "O que está acontecendo é uma armação. Estou sendo denunciado por um grupo, uma organização criminosa que governou Brasília e continua montando dossiês, pagando testemunhas. É isso que está acontecendo aqui. Não tem absolutamente nada a não ser armação criminosa. Isso eu tenho certeza que na Justiça, na realidade, nós iremos desmascarar", disse.
No vídeo divulgado no youtube, as deputadas negam a acusação de Daniel Tavares.
Denúncias
Anvisa
A deputada distrital Celina Leão (PMN) afirmou que o lobista Daniel Tavares denunciou ter pago propina ao governador Agnelo Queiroz (PT) no valor de R$ 50 mil em troca de uma interferência em favor da empresa União Química na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Desse montante, R$ 5 mil teriam sido repassados em dinheiro na conta corrente de Agnelo, por meio de transferência eletrônica.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
STF abre ação contra Jaqueline Roriz por suposta falsificação
Em 2006, ela foi acusada de entregar documento falso à Justiça trabalhista.
Advogado nega que deputada tenha assinado papel e atribui falha a empresa.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello abriu
na última sexta-feira (21) ação penal contra a deputada federal
Jaqueline Roriz (PMN-DF), acusada de apresentar documento falso à Vara
da Justiça do Trabalho de Luziânia (GO) em processo de rescisão de
contrato de operários que trabalhavam numa obra na fazenda da família
Roriz.
A denúncia de falsidade ideológica foi feita pelo Ministério Público e foi recebida em dezembro de 2006 pelo Juízo Criminal da Comarca de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás. Na época, Jaqueline foi eleita deputada distrital e, por isso, o processo tramitava no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A defesa alega que a deputada é inocente e não tinha conhecimento do processo de rescisão contratual dos trabalhadores da fazenda, que pertence a seu pai, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz.
"Ela não assinou nenhum documento, não participou de audiência, tinha uma empresa contratada para fazer a rescisão. A deputada tinha acabado de chegar dos Estados Unidos e tudo isso está documentado nos autos. Imagina se ela ia estar preocupada com uma obra na fazenda do pai?", disse o advogado da deputada, Cleber Lopes.
Na decisão, o ministro Marco Aurélio reafirmou a validade da aceitação da denúncia, mesmo tendo sido feita antes de Jaqueline Roriz assumir o cargo de deputada federal. "Desse modo, trata-se, em vez de inquérito, de ação penal", disse o ministro.
A denúncia de falsidade ideológica foi feita pelo Ministério Público e foi recebida em dezembro de 2006 pelo Juízo Criminal da Comarca de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás. Na época, Jaqueline foi eleita deputada distrital e, por isso, o processo tramitava no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).
A defesa alega que a deputada é inocente e não tinha conhecimento do processo de rescisão contratual dos trabalhadores da fazenda, que pertence a seu pai, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz.
"Ela não assinou nenhum documento, não participou de audiência, tinha uma empresa contratada para fazer a rescisão. A deputada tinha acabado de chegar dos Estados Unidos e tudo isso está documentado nos autos. Imagina se ela ia estar preocupada com uma obra na fazenda do pai?", disse o advogado da deputada, Cleber Lopes.
Na decisão, o ministro Marco Aurélio reafirmou a validade da aceitação da denúncia, mesmo tendo sido feita antes de Jaqueline Roriz assumir o cargo de deputada federal. "Desse modo, trata-se, em vez de inquérito, de ação penal", disse o ministro.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
DF: Justiça bloqueia bens de Jaqueline Roriz e Arruda
A Justiça do Distrito Federal determinou o imediato bloqueio dos bens da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), de seu marido, Manoel Batista de Oliveira Neto, do ex-secretário de Relações Institucionais do governo do DF Durval Barbosa e do ex-governador José Roberto Arruda. Ficam bloqueados bens e direitos até o valor de R$ 300 mil. O pedido havia sido feito pelo Ministério Público, em ação de improbidade administrativa contra os acusados. As informações são do jornal Correio Braziliense.
O Banco Central e a Receita Federal serão intimados para tomar as medidas cabíveis. Jaqueline apareceu em imagens de vídeo recebendo R$ 50 mil de Durval Barbosa quando era candidata a deputada distrital. Pela delação premiada, Durval entregou ao Ministério Público vários vídeos em que distribui dinheiro para políticos e empresários. O esquema de corrupção, investigado pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, derrubou o governador Arruda, que chegou a ser preso.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5392307-EI7896,00-DF+Justica+bloqueia+bens+de+Jaqueline+Roriz+e+Arruda.html
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Jaqueline diz que estudará se apoia recém-criada frente por voto aberto
Favorável ao voto fechado, ela escapou em agosto de ter mandato cassado.
‘Acho que eu vou acabar cedendo’, disse deputada após ser indagada.
No mesmo dia em que parlamentares e entidades anticorrupção lançaram uma frente pelo fim do voto secreto
nas decisões da Câmara e do Senado, a deputada federal Jaqueline Roriz
(PMN-DF) se disse contra o voto aberto, mas depois, afirmou que “estuda”
aderir à campanha pelo fim das votações fechadas. Segundo os líderes da
frente, mais de 200 dos 513 deputados aderiram.
No fim do mês passado, Jaqueline Roriz escapou da cassação do mandato após a revelação de um vídeo em que aparece recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa, em 2006. Na época, parlamentares que votaram pela perda de mandato atribuíram ao voto secreto o resultado da sessão - 265 votos pela absolvição, 166 pela cassação e 20 abstenções.
Indagada sobre o assunto pelo G1 no caminho entre o plenário e as comissões da Câmara, a deputada argumentou que o voto oculto evita que o parlamentar seja "censurado".
"Eu acho que o parlamentar tem direito de votar como ele quer sem ser censurado, né?", disse.
Segundo a deputada, a vontade dos eleitores se manifesta nas urnas, mas quem decide, no momento das votações, é o próprio parlamentar. "Acho que quem tira e quem põe o parlamentar é o povo, né, que tem o direito de não reelegê-lo. Mas a população não vem aqui votar, né?", afirmou Jaqueline.
Em seguida, indagada se o eleitor não teria direito de saber como vota o deputado que elegeu, a deputada afirmou: “É, eu acho que você tem razão. Acho que eu vou acabar cedendo”, respondeu.
No fim do mês passado, Jaqueline Roriz escapou da cassação do mandato após a revelação de um vídeo em que aparece recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa, em 2006. Na época, parlamentares que votaram pela perda de mandato atribuíram ao voto secreto o resultado da sessão - 265 votos pela absolvição, 166 pela cassação e 20 abstenções.
Indagada sobre o assunto pelo G1 no caminho entre o plenário e as comissões da Câmara, a deputada argumentou que o voto oculto evita que o parlamentar seja "censurado".
"Eu acho que o parlamentar tem direito de votar como ele quer sem ser censurado, né?", disse.
Segundo a deputada, a vontade dos eleitores se manifesta nas urnas, mas quem decide, no momento das votações, é o próprio parlamentar. "Acho que quem tira e quem põe o parlamentar é o povo, né, que tem o direito de não reelegê-lo. Mas a população não vem aqui votar, né?", afirmou Jaqueline.
Em seguida, indagada se o eleitor não teria direito de saber como vota o deputado que elegeu, a deputada afirmou: “É, eu acho que você tem razão. Acho que eu vou acabar cedendo”, respondeu.
Marcadores:
Deputados,
Fonte: G1,
Mensalão do DEM,
Notícias,
PMN,
Setembro de 2011
Justiça nega pedido de indenização a Jaqueline Roriz por reportagem
Deputada teve seu nome ligado a operação da PF que apurou o mensalão do DEM
A Justiça Federal negou um pedido da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF) de reparação por danos morais em ação movida contra o Jornal de Brasília . Ela pediu indenização por ter tido seu nome vinculado ao esquema de corrupção descoberto pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.
Na reportagem, Jaqueline Roriz aparece como uma das beneficiárias de um esquema de corrupção em que deputados distritais recebiam pagamento para votarem a favor de projetos do governo. O esquema ficou conhecido como mensalão do DEM, em referência ao partido do então governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda.
Em sua defesa, o Jornal de Brasília alegou que as informações são verdadeiras e fazem parte de operação da Polícia Federal que apurava denúncias de corrupção dentro do governo do Distrito Federal. O nome da deputada, segundo o jornal, aparecia em uma planilha com os possíveis beneficiários do esquema.
O jornal afirmou ainda que Jaqueline foi ouvida e sua manifestação publicada.
O juiz de primeira instância afirmou que "a questão é saber se a matéria jornalística divulgada pelos réus ultrapassou os limites da liberdade de imprensa e do direito de crítica". Segundo ele, a reportagem "narra um suposto esquema de corrupção que ainda, à época, estava pendente de investigação” e, portanto, não era enganosa.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Íntegra da carta de Jaqueline Roriz
Excelentíssimo Senhor
Deputado Federal Marco Maia
Presidente da Câmara dos Deputados
Brasília, 14 de julho de 2011
Senhor Presidente,
Como é do conhecimento de Vossa Excelência nos últimos meses está em curso na Câmara dos Deputados uma representação de quebra de decoro parlamentar em meu desfavor, inicialmente no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar e neste momento, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Desde o começo do processo orientei aos advogados de defesa que dessem celeridade no andamento do processo e apresentassem os argumentos com base na Constituição da República Federativa do Brasil. E assim foi feito, apesar de algumas incompreensões motivadas, talvez, por interesses políticos ou pela pressão da mídia.
Deputado Federal Marco Maia
Presidente da Câmara dos Deputados
Brasília, 14 de julho de 2011
Senhor Presidente,
Como é do conhecimento de Vossa Excelência nos últimos meses está em curso na Câmara dos Deputados uma representação de quebra de decoro parlamentar em meu desfavor, inicialmente no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar e neste momento, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Desde o começo do processo orientei aos advogados de defesa que dessem celeridade no andamento do processo e apresentassem os argumentos com base na Constituição da República Federativa do Brasil. E assim foi feito, apesar de algumas incompreensões motivadas, talvez, por interesses políticos ou pela pressão da mídia.
Marcadores:
Agosto de 2011,
Deputados,
Distrito Federal - DF,
Mensalão do DEM,
PMN,
Roriz
Supremo determina que Jaqueline Roriz apresente defesa em 15 dias
Ela foi denunciada pelo procurador-geral da República por peculato.
Defesa da deputada questiona o crime por ela não ser servidora pública.
A deputada Jaqueline Roriz durante discurso nasessão da Câmara que decidiu sobre o processo
de cassação (Foto: Ed Ferreira / Agência Estado)
Jaqueline é acusada de peculato por ter atuado para que um servidor público usasse sua função no desvio de recursos em benefício dele e de terceiros. A parlamentar aparece em um vídeo recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa. A gravação foi feita em 2006, mas foi divulgada no início deste ano.
A defesa de Jaqueline questiona o crime do qual Jaqueline Roriz é acusada na denúncia. "É estranho porque ela não era servidora pública. Como era acusada de desviar recursos se não era servidora, não tinha domínio sobre o dinheiro?", indagou o advogado da parlamentar, José Eduardo Alckmin.
Marcadores:
Deputados,
Distrito Federal - DF,
Fonte: G1,
Mensalão do DEM,
PMN,
Setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Após absolver Jaqueline, Câmara deve livrar Valdemar
Brasília - A absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) - flagrada em vídeo recebendo dinheiro do esquema de corrupção conhecido como "mensalão do DEM" - com uma larga margem de votos tranquilizou a defesa de outro parlamentar que está tendo sua conduta analisada ainda no Conselho de Ética e Decoro da Câmara. Ao contrário de 2005, quando teve de renunciar para escapar da cassação, Valdemar da Costa Neto (PR-SP) poderá ser absolvido já no início do processo.
No dia 14 de setembro o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) apresentará seu parecer preliminar. Independentemente da posição do tucano, a expectativa é a de que o processo seja arquivado.
Valdemar foi levado ao Conselho de Ética por PSOL e PPS. Os partidos reuniram denúncias veiculadas pela imprensa que apontam a participação do deputado em reuniões no Ministério dos Transportes nas quais se pedia a empresários o pagamento de propina para a liberação de recursos.
Marcadores:
DEM,
Deputados,
Mensalão do DEM,
Pagamento de Propina,
PMN,
PPS,
PR,
PSDB,
Roriz,
Setembro de 2011
Líder do PT quer propor que Supremo julgue cassação de mandatos
Paulo Teixeira diz ser difícil o julgamento entre colegas que ‘convivem 24 horas’.
Nesta terça, a Câmara absolveu a deputada Jaqueline Roriz de processo.
O líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Teixeira (SP), disse nesta quinta-feira (1º) ao G1
que estuda elaborar um projeto para que seja de competência do Supremo
Tribunal Federal (STF) a análise de processos de cassação de mandato de
deputados, e não mais responsabilidade da Casa. Segundo o líder, o
“espírito de corpo” dificulta o julgamento entre os próprios colegas.
“Os deputados convivem o dia todo, 24 horas, fica difícil um julgamento”, afirmou o deputado.
O líder do PT afirmou que vai analisar a questão nos próximos dias para saber a melhor forma de apresentar a ideia, por projeto de lei ou emenda à Constituição. Perguntado se já havia informado à bancada sobre a proposta, Teixeira disse: “Vou costurar isso nos próximos dias”.
“Os deputados convivem o dia todo, 24 horas, fica difícil um julgamento”, afirmou o deputado.
O líder do PT afirmou que vai analisar a questão nos próximos dias para saber a melhor forma de apresentar a ideia, por projeto de lei ou emenda à Constituição. Perguntado se já havia informado à bancada sobre a proposta, Teixeira disse: “Vou costurar isso nos próximos dias”.
Internautas organizam marcha contra corrupção no dia 7 de setembro
Organizadores dizem que protesto não tem apoio de partidos, sindicatos ou empresas.
Há duas semanas, um grupo de brasilienses lançou no Facebook, uma rede social, a ideia de fazer o protesto no Dia da Independência. Até a noite de terça-feira (30), mais de 9.000 pessoas tinham confirmado presença. Segundo um dos organizadores da manifestação, Giderclay Zeballos, as confirmações praticamente dobraram depois que a Câmara dos Deputados arquivou o processo de cassação do mandato de Jaqueline Roriz, acusada de quebra de decoro após aparecer em uma gravação de vídeo recebendo dinheiro do operador do esquema de propina no governo do Distrito Federal, Durval Barbosa, quando era candidata a deputada distrital.
- Muita gente ficou indignada com a absolvição.
Marcadores:
Fonte: R7 Notícias,
Notícias,
PMN,
Setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Após absolvição de Jaqueline, manifestante protesta na Câmara
Uma manifestante protestou, nesta quarta-feira (31), na Câmara, contra a absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-RN). Leiliane Rebouças estava vestida de capeta e ficou por cerca de dez minutos no Salão Verde, principal ponto de passagem dos deputados.
Ela segurava um cartaz, com o seguinte dizer: "Senhores (as) deputados (as) que salvaram Jaqueline Roriz, vão para o inferno e que o diabo os carregue".
O MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), principal entidade responsável pela Lei da Ficha Limpa, também divulgou um manifesto contra a não cassação de Jaqueline. No texto, o movimento lamentou a decisão dos deputados e afirmou que "a ética parlamente cedeu lugar ao espírito de corpo".
Vestida de diaba, Leiliane Rebouças protestou na Câmara contra a absolvição de Jaqueline Roriz
"Desapontou a sociedade brasileira e reafirmou a necessidade de mobilização social para a realização de mudanças profundas na nossa realidade política", disse a entidade, ressaltando que continuará lutando pela devida aplicação da Lei da Ficha Limpa.
Marcadores:
Agosto de 2011,
Distrito Federal - DF,
Fonte: Folha - UOL,
PMN
Absolvida pela Câmara, Jaqueline Roriz ainda enfrenta processo na Justiça
Procurador-geral da República apresentou denúncia contra deputada flagrada em vídeo
Rodolfo Stuckert/30.08.2011/Agência Câmara
Na última sexta-feira (26), o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apresentou à Suprema Corte denúncia criminal contra a deputada. O caso será analisado pelo ministro Joaquim Barbosa.
Absolvida por 265 votos dos colegas, Jaqueline Roriz demonstrou tranquilidade durante todo o processo em que esteve ameaçada de cassação. Ao chegar ao Congresso Nacional, na tarde de ontem, não fez questão sequer de alterar a rotina: desembarcou de seu Porsche Cayenne, avaliado em mais de R$ 300 mil, e entrou tranquilamente no prédio por um acesso reservado.
Rodolfo Stuckert/30.08.2011/Agência Câmara
Flagrada recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Jaqueline Roriz mantém mandato na Câmara
A Câmara dos Deputados decidiu, na terça-feira (30), manter o mandato
da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada em um vídeo
recebendo dinheiro do pivô do escândalo do mensalão do DEM. Isso, porém,
não interrompe o processo a que a parlamentar responde no STF (Supremo
Tribunal Federal).
Na última sexta-feira (26), o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apresentou à Suprema Corte denúncia criminal contra a deputada. O caso será analisado pelo ministro Joaquim Barbosa.
Absolvida por 265 votos dos colegas, Jaqueline Roriz demonstrou tranquilidade durante todo o processo em que esteve ameaçada de cassação. Ao chegar ao Congresso Nacional, na tarde de ontem, não fez questão sequer de alterar a rotina: desembarcou de seu Porsche Cayenne, avaliado em mais de R$ 300 mil, e entrou tranquilamente no prédio por um acesso reservado.
Vídeo: Absolvida pela Câmara, Jaqueline Roriz ainda enfrenta processo na Justiça - Brasil - R7
Vídeo sobre a absolvição de Jaqueline Roriz, julgada por participar do Mensalão do DEM. Base para julgamento foi o vídeo divulgado pelo delator do esquema, Durval Barbosa.
Ausentes também ajudam a absolver Jaqueline Roriz
Entre os que consentiram com o silêncio está o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), que é réu no processo do mensalão.
Há uma regra não escrita no Congresso: quem falta às sessões de
cassação vota pela absolvição do parlamentar investigado. A deputada
Jaqueline Roriz (PMN-DF) se beneficiou de 61 ausências. O presidente da
Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, João Paulo Cunha
(PT-SP), por exemplo, foi um dos parlamentares que ajudaram a filha do
ex-governador Joaquim Roriz a escapar da cassação.
Com as faltas, ficou mais difícil alcançar o número de 257 votos
necessários para decretar a perda de mandato de Jaqueline. João Paulo é
réu no processo do mensalão. Caso o precedente de se cassar um
parlamentar por fato anterior ao mandato fosse uma tese vencedora,
seriam muito maiores as chances de que ele, no futuro, viesse a ser alvo
de processo semelhante.
Marcadores:
Agosto de 2011,
Distrito Federal - DF,
Fonte: Isto É,
Mensalão do DEM,
PMN,
Roriz
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Entenda o caso Jaqueline Roriz
Deputada pode perder o mandado após ter sido flagrada recebendo dinheiro.
A Câmara dos Deputados vota nesta terça-feira (30), em plenário, o pedido de cassação do mandato da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), filha do ex-governador Joaquim Roriz, acusada de corrupção.
Jaqueline foi flagrada em um vídeo, gravado em 2006, recebendo maços de dinheiro do pivô do escândalo conhecido como mensalão do DEM, Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal. Na ocasião, ela era deputada distrital no DF, mas a gravação só foi divulgada em março deste ano.
O vídeo mostra Durval entregando R$ 50 mil à deputada, que estava acompanhada do marido, Manoel Neto. A defesa de Jaqueline, porém, argumenta que ela não pode ter seu mandato cassado, pois o caso ocorreu antes de ser eleita como deputada federal.
A Câmara dos Deputados vota nesta terça-feira (30), em plenário, o pedido de cassação do mandato da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), filha do ex-governador Joaquim Roriz, acusada de corrupção.
Jaqueline foi flagrada em um vídeo, gravado em 2006, recebendo maços de dinheiro do pivô do escândalo conhecido como mensalão do DEM, Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais do Distrito Federal. Na ocasião, ela era deputada distrital no DF, mas a gravação só foi divulgada em março deste ano.
O vídeo mostra Durval entregando R$ 50 mil à deputada, que estava acompanhada do marido, Manoel Neto. A defesa de Jaqueline, porém, argumenta que ela não pode ter seu mandato cassado, pois o caso ocorreu antes de ser eleita como deputada federal.
Baixo clero da Câmara atua para evitar cassação de Jaqueline Roriz
Interesse de parlamentares é evitar que caso abra precedentes para futuros julgamentos; questão central de processo contra deputada flagrada recebendo dinheiro do mensalão do DF é se fatos ocorridos antes da posse podem ser considerados.
Leandro Colon, de O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - Deputados do chamado "baixo clero" – centenas de parlamentares que têm pouca expressão política na Casa – e integrantes da bancada feminina desencadearam uma operação nos bastidores para salvar o mandato da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada num vídeo, revelado pelo estadão.com.br, recebendo dinheiro vivo do esquema de corrupção no Distrito Federal.
Jaqueline recebeu outro repasse de R$ 30 mil a R$ 50 mil, diz Durval
Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo
O delator do esquema de corrupção no Distrito Federal, Durval Barbosa, disse ao Ministério Público que fez um outro repasse entre R$ 30 mil e R$ 50 mil, ”a título de propina”, para a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF), além dos R$ 50 mil entregues no vídeo revelado pelo portal Estadão.com.br no dia 4 de março. Segundo Durval, esse novo repasse foi feito ao marido de Jaqueline, Manoel Neto, a pedido da própria deputada. Os valores foram entregues dias depois da gravação do vídeo, relata o depoimento: “Em outra oportunidade, em data que não se recorda, Manoel Neto, representando Jaqueline Roriz, compareceu ao gabinete do depoente, oportunidade em que recebeu entre R$ 30.000,00 e R$ 50.000,00 das mãos do depoente”. “Valores que também haviam sido recolhidos junto aos prestadores de serviço de informática do governo”, informa Durval.
Assinar:
Postagens (Atom)





